lunes, 26 de marzo de 2012

I

Eu nunca  guardei rebanhos,
Mas é como se os guardasse.
Minha alma é como um pastor,
Conhece o vento e o sol
E anda pela máo das Estacoes
A seguir e a olhar.
Toda a paz da Natureza sem gente
Vem sentar-se a meu lado.
Más eu fico triste como un por-de-sol
Para a nossa imaginacao,
Quando esfria no fundo da planicie
E se sente a noite entrada
Como uma borboleta pela janela.


Alberto Caeiro
O Guardador de rebanhos

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